Ao abrirmos os jornais e ligarmos as televisões para sabermos quais as notícias que marcam a atualidade mundial, não poucas vezes a maioria do espaço e tempo são ocupadas com conflitos, crime, miséria, catástrofes naturais, etc.. Os governantes multiplicam-se em reuniões e entrevistas a propósito das graves situações que por todo o lado vão surgindo, tentando mostrar que estão no controle da situação. Mas não estão.segunda-feira, 23 de novembro de 2009
'Eu vi uma terra melhor'
Ao abrirmos os jornais e ligarmos as televisões para sabermos quais as notícias que marcam a atualidade mundial, não poucas vezes a maioria do espaço e tempo são ocupadas com conflitos, crime, miséria, catástrofes naturais, etc.. Os governantes multiplicam-se em reuniões e entrevistas a propósito das graves situações que por todo o lado vão surgindo, tentando mostrar que estão no controle da situação. Mas não estão.quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O gradual 'apagamento' da figura de Deus
O Pentágono (Departamento de Defesa americano) informou na passada segunda-feira que irá deixar de incluir citações bíblicas na primeira página dos briefings diários de informações confidenciais enviados à Casa Branca, uma prática habitual durante a anterior Administração Bush. quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A presença do amor
Os passageiros do ônibus olhavam com compaixão à jovem mulher com a bengala branca, enquanto ela cuidadosamente subia os degraus.Pagou a passagem e com suas mãos localizou o assento vazio que o motorista indicara.
Então, sentou-se colocando sua pasta no colo e descansou a bengala contra
a perna.
Fazia um ano desde que Susan, 34 anos, ficara cega. Devido a um erro de diagnóstico médico havia perdido a visão e foi lançada repentinamente em um mundo de escuridão, raiva, frustração e pena de si mesma.
Outrora independente, agora Susan estava condenada por essa tragédia do destino a tornar-se um fardo impotente, desamparada.
“Como isto pôde Ter acontecido a mim?” ela dizia, com o coração mergulhado em amargura. Não importando quanto lamentasse ou rezasse, sabia que sua dor não poderia trazer de volta sua visão.
Uma nuvem de depressão rondou seu espírito, outrora otimista.
Cada dia, viver era um exercício de frustração e esgotamento.
E tudo o que ela tinha a que se agarrar era seu marido, Mark, um oficial da Força Aérea que a amava com todo seu coração.
Quando ela perdeu sua visão, ele a olhou e, sentindo o desespero da esposa, determinou-se a ajudá-la a recuperar a força e a confiança que ela precisava para tornar-se novamente independente.
A experiência militar de Mark havia treinado-o para lidar com situações delicadas e ele sabia que aquela seria a mais difícil batalha que ele teria que enfrentar.
Finalmente, Susan sentia-se preparada para retornar a seu trabalho, mas como fazê-la chegar até lá?
Ela costumava pegar o ônibus, mas agora estava muito amedrontada para andar pela cidade sozinha.
Mark ofereceu-se para levá-la de carro diariamente, embora eles morassem no lado oposto da cidade.
No princípio, Susan sentiu-se confortada e isso satisfez a necessidade que Mark sentia de ajudar sua esposa cega que sentia-se tão insegura sobre executar as tarefas mais simples.
Logo, no entanto, Mark percebeu que isso não estava funcionando – além de conturbar o horário, ainda estava saindo caro.
Ele admitiu a si mesmo que Susan teria que começar a tomar ônibus novamente. No entanto, apenas o fato de ter que mencionar isso a ela fez com que ele se sentisse incomodado. Ela ainda sentia-se fragilizada e com raiva. Como ela reagiria?
Como Mark previra, Susan ficara horrorizada à idéia de ter que tomar o ônibus novamente. “Eu estou cega!”, ela respondeu amargamente. “Como posso saber onde estarei indo? Eu sinto como se você estivesse abandonando-me!”
O coração de Mark quebrou-se ao ouvir estas palavras, mas ele sabia o que deveria ser feito. Prometeu a ela que a cada manhã e a cada noite ele a acompanharia até o ponto de ônibus, até que ela se sentisse capaz de fazer por si mesma. E foi exatamente isso que aconteceu.
Durante duas semanas, Mark vestiu seu uniforme militar e acompanhou Susan quando ela ia e vinha do trabalho. Ele ensinou-lhe como confiar em seus outros sentidos, especialmente na audição, para determinar onde ela estava e como adaptar-se a seu novo ambiente. Ele a ajudou a ser amiga do motorista de ônibus que poderia ajudá-la a encontrar um assento. Ele a fez rir, mesmo naqueles dias mais difíceis quando ela tropeçava degraus do ônibus ou derrubava sua pasta.
A cada manhã, eles faziam o mesmo caminho juntos e Mark pegava um táxi de volta para seu trabalho. Embora essa rotina fosse mais cara e cansativa que a anterior, Mark sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela pudesse pegar o ônibus por si só. Ele acreditava nela, na Susan corajosa que enfrentava qualquer desafio, a Susan que conhecera antes de ela ter perdido a visão.
Finalmente, Susan decidiu que estava pronta para experimentar a viagem sozinha. A manhã de segunda-feira chegou e antes de partir, ela abraçou Mark, seu guia de ônibus, seu marido e melhor amigo. Seus olhos estavam molhados pela gratidão, paciência, lealdade e amor que ele lhe devotava. Ela disse tchau e pela primeira vez eles seguiram caminhos separados.
Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira...cada dia ela pegava o ônibus sozinha e sentia-se muito bem.
Na sexta-feira pela manhã, Susan pegou o ônibus como normalmente havia feito desde o início da semana. Enquanto estava pagando a passagem, o motorista disse-lhe “ Eu realmente a invejo”. Susan não tinha certeza se o motorista havia falado com ela. Afinal de contas, quem em sã consciência teria inveja de uma mulher cega que durante o último ano estivera lutando para encontrar coragem para viver? Curiosa, pergunta ao motorista: “Porque diz que me inveja?”
O motorista respondeu-lhe: ” A senhora sabe, todas as manhãs dessa última semana, um cavalheiro num uniforme militar tem lhe observado enquanto a senhora sai do ônibus. Ele se assegura de que a senhora atravessa a rua de forma segura e de que entra naquele prédio comercial. Então ele lhe lança um beijo, faz um aceno discreto e vai embora. A senhora é uma pessoa abençoada.”
Lágrimas de felicidade rolaram pelo rosto de Susan, pois ela não podia vê-lo mas ela sempre sentiu a presença de Mark. Ela era realmente uma pessoa abençoada, pois ele havia lhe dado um presente muito mais poderoso que a visão, um presente que ela não precisava ver para acreditar – o presente do amor que pode trazer a luz a qualquer lugar onde haja escuridão.
Deus nos observa da mesma maneira.
Podemos não saber que Ele está presente.
Podemos não ver Sua face, no entanto, Ele sempre está lá!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O Maior Segredo de Satanás
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida.” Provérbios 4:23.Permita-me uma sugestão pouco confortável, mas imagine você no lugar de Satanás. Sua missão é controlar os seres humanos e mantê-los em rebelião a Deus. Seu ódio por Jesus te motiva a estabelecer uma forma de manipular a mente, onde está a sede das decisões de cada ser.
Em primeiro lugar você precisa de um plano. Como bom estrategista, não pode revelá-lo a ninguém. Com o plano ultra-secreto em mãos, marca uma reunião com seus aliados – os anjos caídos.
Os anjos ao ouvirem sua proposta infalível o aplaudem em pé. Fantástico! Imbatível! Os humanos serão como robôs controlados pelo mal! Enfim, as hostes malignas terão pleno controle da mente humana.
Pouco tempo depois você fica atônito – seu plano secreto fora revelado aos cristãos! Por essa você não contava, mas como esquecer que Deus sabe de todas as coisas!? Tudo o que foi tramado saiu nos noticiários adventistas, isso mesmo, foi tudo publicado! Ao abrir o texto da “repórter” Ellen G. White você não acredita no que lê:
“Satanás reuniu os anjos caídos a fim de inventar algum meio de fazer o máximo de mal possível à família humana. Foi apresentada proposta sobre proposta, até que finalmente Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e convertê-los-ia em veneno que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos que Satanás teria sobre eles inteiro controle... Mediante o apetite pervertido, o mundo seria corrompido”. (E.G.White. Conselhos Para a Igreja, 103 e 104)
A mente humana tem sido comparada a um computador, em que a memória está a ser continuamente programada por uma destas duas fontes: Cristo ou Satanás. Como um computador, o seu funcionamento depende da informação
recebida. Entenda como Deus se comunica conosco e como o que ingerimos tem haver diretamente com nossa espiritualidade e moralidade.
“Os nervos cerebrais que se comunicam com todo o organismo são os únicos meios pelos quais o Céu se pode comunicar com o homem, em influenciar sua vida mais íntima. Seja o que for que perturbe a circulação das correntes elétricas no sistema nervoso, diminui a resistência das forças vitais, e o resultado é um amortecimento das sensibilidades da mente.” (E.G.White, Conselhos Para a Igreja,103) .
Agora de forma mais detalhada e citando nomes, Deus revela quais são os principais vícios usados por Satanás para controlar a mente humana: “Satanás está levando o mundo em cativeiro mediante o uso das bebidas alcoólicas e do fumo, café e chá preto. A mente dada por Deus, que deve ser conservada clara, é pervertida pelo uso de narcóticos. O cérebro não mais é capaz de discernir corretamente. O inimigo tem o controle. O homem vendeu sua razão por aquilo que o enlouquece. Não tem senso algum do que é direito. Todavia a maldição da bebida alcoólica é legalizada, e opera ruína indizível nas mãos dos que gostam de condescender com aquilo que, não somente arruína a pobre vítima, mas a família inteira”. (E.G.White, Evangelismo. 529).
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” Provérbios 4:23.
Para haver uma mudança em nossos hábitos de alimentação e estilo de vida, precisamos em primeiro lugar mudar nosso interior e nossa compreensão acerca deste assunto. Infelizmente temos a tendência de colocar nosso gosto ou prazer acima da razão e da espiritualidade.
“Como o fermento, misturado à farinha, opera do interior para o exterior, assim é pela renovação do coração, que a graça de Deus atua para transformar a vida. Não basta a mudança exterior para nos pôr em harmonia com Deus. Muitos há que procuram mudar, corrigindo este ou aquele mau hábito, e esperam desse modo tornar-se cristãos, mas estão a começar no lugar
errado. O nosso primeiro trabalho é no coração.” (E.G.White, Parábolas de Jesus, 97).
Agora você já sabe sobre o plano ultra-secreto de Satanás. Mas espere um pouquinho, o que você faria no lugar dele agora que seu plano foi descoberto pelos adventistas? Pense um pouco! Não sei o que você pensou, mas posso dizer que Satanás está satisfeito, pois mesmo tendo seu plano descoberto parece que muitos não estão nem aí, a maioria ignora os “Conselhos Sobre Saúde” e os “Conselhos Sobre o Regime Alimentar”.
Muitos zombam dos que estão tentando praticar um regime saudável com piadinhas, ou se desculpam dizendo ser extremistas os que o praticam, e que o “equilíbrio” é o ideal. Terrível engano, chamar de equilíbrio usar alimentos ou bebidas que interrompem a comunicação com o Céu!
“Você é o que você come”, diz um ditado, que poderia muito bem estar na Bíblia devido à sua veracidade. Jesus morreu por você e deseja ser o Senhor da sua vida. Ele deseja colocar Suas vestes de justiça para encobrir nossos pecados e nos perdoar. É por isso que Ele tem tanto interesse em nossa saúde mental e física, pois disso depende uma eficaz comunicação entre Deus e o homem.
PR. YURI RAVEM
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia de Finados
Segundo a Enciclopédia Online Wikpédia, o Dia dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao Dia de Todos-os-Santos.Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.
No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.
O Brasil por ser um país predominantemente católico, adotou essa data como feriado nacional segundo as leis n°10.607/02 e n° 662/49.
Os protestantes e evangélicos não recomendam a oração pelos mortos por que essa doutrina é desprovida de apoio Bíblico. Já os católicos afirmam haver respaldo no Livro de II Macabeus 12,43-46, mas a canonicidade desse livro não é reconhecida pela maioria das religiões cristãs.
É durante o estado de vida, que o ser humano é convidado a aceitar a salvação pela fé em Cristo Jesus (Gal 2:16; Atos 4:12; I João 5:11-12) e aguardar o dia da gloriosa ressurreição onde Deus chamará os que dormem para devolver-lhes a vida (I Tess 4:16-17, I Cor 15:51-54). Mas não há nada que se possa fazer para ajudar alguém a aceitar essa verdade, depois de descer a sepultura.
O motivo é que para alguém ser salvo, é necessário crer em Jesus, pois sem Jesus somos pecadores perdidos (Rom 3:23; 6:23); confessar sua condição pecaminosa (I João 1:9; Miq 7:18,19) e arrepender-se dos seus pecados (Atos 3:19; I João 1:9). Porém os mortos estão inconscientes, “não sabem coisa alguma”, não pensam, nem agem (Eclesiastes 9:5, 6 e 10; Salmo 146:4). Como pode então, um morto, crer, confessar e arrepender-se em seu estado mortal?
O apóstolo João declarou em Apocalipse 14:13 - Felizes (Bem Aventurados) são os mortos que descansaram no Senhor... ou seja; durante o estado "vivo" (Racional), tomaram a decisão por aceitar o plano da salvação. A felicidade é creditada pelo fato de que um dia Deus devolverá a vida a estas pessoas e por isso, a morte é comparada para estes, como um sono.
Embora muitos no dia 02 de novembro, tenham vertido lágrimas diante dos túmulos pela ausência afetiva e pessoal de um familiar ou amigo falecido, a Bíblia não nos deixou sem esperança. A morte não será um fim em si mesma para aqueles que morreram em Cristo. Resta uma esperança a estas pessoas e a todos que crêem.
mas transformados seremos todos, num momento,
num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última
trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão
incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é
necessário que este corpo corruptível se revista da
incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da
imortalidade... Então se cumprirá a palavra que
está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.
Onde está, ó morte, a tua vitória?
Onde está, ó morte, o teu aguilhão?”
I Corintios 15:51-55
É preciso valorizar mais os vivos e não os mortos. Os vivos podem tomar a decisão por Jesus enquanto são vivos, mas os mortos já estão com o destino selados pelas escolhas que fizeram em vida. Isso não que dizer que que as boas lembranças de um falecido devam ser esquecidas. Assim como contamos lindas histórias de personagens bíblicos já falecidos, creio que existam milhares de pessoas que deixaram um bom legado e cujo testemunho ainda soa como exemplo de vida.
Certa vez uma mulher me contou que o seu esposo nunca a presenteou com flores e rosas, mas que no dia de finados, os parentes já falecidos, recebiam homenagens que ela nunca recebera durante os longos anos de vida conjugal. Essa mulher clamava por socorro: "Eu estou viva e preciso de atenção".
Olhe ao seu redor e verás pessoas carentes de bons relacionamentos, apoio, carinho, amor, atenção, mas principalmente, de encorajamento, para "Buscarem o Senhor enquanto se pode achar..." (Isa 55:6).
Concentre os seus esforços por aqueles que ainda estão debaixo do sol (os vivos) e que almejamos encontrá-los um dia no céu. Hoje mesmo, leve a estas pessoas um presente. Pode até ser uma flor, uma rosa, mas não se esqueça do principal, o melhor presente, Aquele que é a ressurreição e a vida - Cristo Jesus.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Quando “lavar as mãos” não significa se omitir
Uma das consequências benéficas da gripe que está assolando o mundo é que ela despertou em nós a consciência para a importância da higiene, principalmente do hábito de lavar as mãos.A chefe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Pequeno Príncipe, de São Paulo, Dra. Heloísa Giamberardino, afirma que “o cuidado com a higiene das mãos deve ser ensinado às crianças o mais cedo possível. Quanto mais cedo elas aprenderem a lavar as mãos, mais fácil será manter esse hábito ao longo da sua vida e mais protegidas elas estarão”, diz a médica.
A famosa Clínica Mayo, dos Estados Unidos, afirma que o simples hábito de lavar corretamente as mãos “é, comprovadamente, a melhor maneira de evitar doenças”. Apesar dos benefícios à saúde da lavagem de mãos, muitas pessoas não praticam esse hábito tão frequentemente como deveriam, diz um alarmante estudo publicado pelos médicos dessa clínica - até mesmo depois de usar o banheiro. Durante todo o dia os germes se acumulam nas mãos de uma variedade de fontes, como através do contato direto com as pessoas, superfícies contaminadas, animais e resíduos de animais. Se você não lavar as mãos com frequência suficiente, diz o estudo, você pode infectar-se com esses germes tocando em seus olhos, nariz ou boca. E você pode espalhar esses germes para outras pessoas ao tocá-las ou ao tocar superfícies que elas também tocam como maçanetas de portas, por exemplo.
A higiene inadequada das mãos também contribui para doenças ligadas à alimentação. Barry Michaels um dos maiores especialistas mundiais do assunto, durante o Congresso Mundial de Segurança Alimentar, já em 2002, afirmava que "a educação para a lavagem das mãos a nível mundial permitiria uma redução dos níveis de doenças entre 30 e 40 por cento". Na sua intervenção nesse congresso, que reuniu alguns dos melhores especialistas mundiais em segurança alimentar, Michaels salientou que se estima que as doenças provocadas por problemas alimentares afetem anualmente 130 milhões de europeus, 76 milhões de americanos e 4,7 milhões de australianos e a maior parte dessas doenças é causada pela falta de higiene na manipulação dos alimentos. No Brasil, os números não são menores.
A UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância – afirma que “o melhor acesso à água e saneamento não conduz, por si só, necessariamente, à melhoria da saúde. Há agora uma evidência muito clara que demonstra a importância do comportamento higiênico, em particular do hábito de lavar as mãos com sabão nos momentos críticos: após defecar e antes de comer ou preparar alimentos. Lavar as mãos com sabão pode reduzir significativamente a incidência de diarréia, que é a segunda principal causa de morte entre crianças menores de cinco anos de idade”. Estudos recentes sugerem que lavar as mãos regularmente com sabão, nos momentos críticos, pode reduzir o número de ataques de diarréia em quase 50 por cento, afirma a UNICEF.
Boas práticas de lavar as mãos também são comprovadamente eficazes para reduzir a incidência de outras doenças, como a pneumonia, tracoma, escabiose, infecções da pele e dos olhos, diarréia e doenças relacionadas como a cólera e a disenteria.
A chave para o aumento da prática de lavar as mãos com sabão é promover a mudança de comportamento através da motivação, informação e educação. Há uma variedade de maneiras de fazer isso, incluindo campanhas nacionais de mídia, aulas de higiene para as crianças nas escolas e o incentivo das crianças para que demonstrem práticas de boa higiene para as suas famílias e comunidades e o total engajamento das empresas na educação de seus colaboradores.
E em relação à gripe que nos atinge, temos que lembrar que apenas 50 segundos para lavar as mãos, com água corrente e sabão várias vezes ao dia, pode reduzir o risco de contaminação com a Gripe A, em cerca de 60%, alerta a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Assim, é tempo de todos nós nos engajarmos numa ação permanente de higiene. Segundo José Pedro Machado, no seu inestimável Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, higiene vem do francês hygiène, e este do grego hugieinē (téchnē), que quer dizer “aquilo que contribui com a saúde ou a arte relativa à salubridade”. Assim, lavar as mãos é “contribuir para a saúde” e ensinar esse hábito saudável talvez seja a mais eficaz e barata forma de salvar pessoas.
Pense nisso. Sucesso!
PROF. LUIZ MARINS
Fé em Domicílio
"A crescente adesão ao movimento conhecido por igreja em casa é a prova de que lugar de oração não é só no templo. O movimento abrange católicos e evangélicos, que veem nessas reuniões uma forma de incentivar as relações pessoais e, ao mesmo tempo, conquistar novos adeptos. 'Cada vez mais, o Vaticano tem produzido documentos estimulando a igreja a ir até as casas', afirma a socióloga especializada em religião Sílvia Regina Alves Fernandes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
"Um dos mais tradicionais grupos de oração do Rio é organizado por uma representante da alta sociedade, a paulista Glória Severiano Ribeiro, 54 anos, da cadeia de cinemas Severiano Ribeiro. Ela reúne cerca de 50 amigas em sua casa, duas vezes por mês, com a presença do padre Marcos Antônio Duarte, da paróquia de São Conrado.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Seria errado cantar certos tipos de “louvor” na Igreja?
Ao ler os comentários postados no artigo que Leandro e eu assinamos – “Haverá Gritos com Tambores… Bateria? ”, senti várias faltas de esclarecimentos. Aqui, vou tratar de iniciar apenas um, mas que julgo ser uma das principais chaves, capaz de destrinchar muitos pontos necessários, nestes meandros da atual realidade musical contemporânea para a qual estamos entrando. Falo do discernimento entre o que é adoração e louvor. Isto, aplicando-se à realidade de um culto com propósitos, e não de um culto onde a metodologia “tapa buracos” o faz acontecer por acontecer.
Temos a tendência de associar os verbos “louvar” e “cantar’. Entretanto devemos ter em mente que estas duas palavras não são sinônimas, ou seja, “louvar” pode ser diferente de “cantar”. E aqui vem o ponto: isto também ocorre entre os verbos “louvar” e “adorar”. Apesar de os associarmos, “louvar” pode ser diferente de “adorar”. E diante disso, precisamos responder às seguintes perguntas: “Que diferença a Bíblia faz entre louvor e adoração? Louvor e adoração não é a mesma coisa? Se não posso cantar determinada música na igreja, então aquela música é pecaminosa? Existe alguma música de louvor a Deus que não seja apropriada para a casa de Deus?”.
Na Língua Portuguesa
O Que é Louvor
A palavra “louvor” significa “ato de louvar, aplauso, elogio, encômio. Apologia de uma obra meritória”. Tem como antônimo “censura e crítica”. Sendo assim o louvor pode ser dirigido a pessoas, instituições, ideologias, objetos, lugares, animais, e outras coisas, através de elogios, aplausos, cânticos, falas poéticas, apologéticas, informais, etc. Por exemplo, quando cantamos o Hino Nacional Brasileiro, estamos louvando o Brasil.
Portanto louvar significa “admirar, falar bem, elogiar, engrandecer. Diariamente, estamos louvando muitas coisas ao nosso redor. Quando louvamos a Deus, estamos admirando os atributos do Seu caráter: fidelidade, bondade, amor, longanimidade, retidão, justiça, misericórdia, etc. Usamos as expressões dos nossos anseios para fazer isto. Qualquer um pode fazer isto. A natureza, por exemplo, também pode louvar a Deus (Sl 19:1). Louvor é algo que qualquer um pode dar a qualquer coisa ou pessoa (Sl 9:11;33:2;67:3;42:12).
O Que é Adoração
O vocábulo “adoração” deriva da palavra em latim adorare, que etimologicamente vem a ser “falar com”. O dicionário define seu significado como “ato de adorar; culto a Deus; amor profundo”. É render culto a Deus, coisas ou pessoas considerados como sendo santos. É prostrar-se diante de algo em “sinal de reconhecimento, rezar, idolatrar, amar apaixonadamente”.
O Sentido Destas Palavras na Bíblia
Adoração
Há duas palavras no Antigo Testamento significando “adoração”: a) Uma delas, em certos lugares, tem o sentido de fazer ‘reverência’, ‘inclinar-se’ (Dn 2:46; 3:5); b) A outra, usa-se a respeito do culto prestado ao Senhor e a outros deuses ou objetos de reverência religiosa (Gn 24:26, 48; Ex 34:14; Dt 4:19). A palavra traduzida mais freqüentemente para adorar é o vocábulo hebreu shachah, que aparece mais de 170 vezes na Bíblia hebréia com o significado de “adorar, prostrar-se, inclinar-se” (Ex 34:8; Sl. 66:4; 95:6; Zc 14:16). A outra palavra é abhôdhâ, que significa servir com temor reverente, admiração e respeito.
No Novo Testamento, a palavra principal para adoração deriva da palavra grega proskyneo. “Pros” significando “até” e “kuneõ” “beijar”; beijar a mão de alguém, como sinal de consideração, fazendo-se uma inclinação respeitosa. Proskyneo é usada quase 60 vezes com o sentido de fazer reverência, prestar obediência, adorar a Deus, reverenciar a Jesus Cristo, idolatrar (Mt 4;10; Mc 5:6; At 7.43 – cf. Ap 9:20; 14:9; 22:8). Há ainda a palavra grega latreia, que origina palavras como idolatria.
M. Giovani Bianchini menciona que, de acordo com a Bíblia, a adoração está associada à idéia de culto, reverência, veneração por aquilo que Deus é (Santo, Justo, Amoroso, Soberano, Misericordioso, etc… Sl 96:9; Ap 4:8-11; Ap 7:11-12; Ap 11:16-17). Ou seja, independentemente do que Deus faz, fez ou fará, nós devemos adorá-Lo, pois, Ele é Deus. Todos nós sabemos que somente a Deus se deve adorar. Somente Ele é digno de adoração. A adoração que não é dirigida a Deus é idolatria. A Bíblia a condena (Lc 4:8; Dt 11:16; Ex 20:4; Lv 26:1; Is 42:8). Deus é incisivo em reivindicar adoração somente a Si.
Louvor
As palavras no Antigo Testamento para “louvor” vêm do hebraico hãlal, que significa fazer ruído, yãdhâ, que está associada às ações e gestos corporais que acompanham o louvor e, zãmar, que é associada à música tocada e cantada.
No Novo Testamento, temos como origem a palavra grega eucharistein, que significa agradecer e a palavra eulogein, que significa bendizer.
O Uso de “Louvor” na Bíblia
Analisando 245 passagens bíblicas que contêm a raiz da palavra louvor (louv) e/ou seus derivados, encontradas numa concordância de busca bíblica, de acordo com o sentido que são empregadas, podemos agrupá-las da seguinte forma:
Louvor a de Uma Pessoa Para Outra Pessoa – 12 passagens
Gênesis 49:8 Judá, teus irmãos te louvarão; a tua mão estará sobre a cerviz de teus inimigos; os filhos de teu pai se inclinarão a ti.
Salmos 6:5 Pois, na morte, não há recordação de ti; no sepulcro, quem te dará louvor?
Provérbios 27:21 Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe.
Provérbios 12:8 Segundo o seu entendimento, será louvado o homem, mas o perverso de coração será desprezado.
Provérbios 27:2 Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios.
Provérbios 27:21 Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe.
Provérbios 28:4 Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele.
Provérbios 31:28 Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo:
Provérbios 31:30 Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.
Cânticos dos Cânticos 6:9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada, de sua mãe, a única, a predileta daquela que a deu à luz; viram-na as donzelas e lhe chamaram ditosa; viram-na as rainhas e as concubinas e a louvaram.
I Coríntios 11:2 De fato, eu vos louvo porque, em tudo, vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei.
I Pedro 2:14 quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.
Louvor às Ações de Uma Pessoa – 5 passagens
Provérbios 31:31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras.
I Coríntios 11:17 Nisto, porém, que vos prescrevo, não vos louvo, porquanto vos ajuntais não para melhor, e sim para pior.
I Coríntios 11:22 Não tendes, porventura, casas onde comer e beber? Ou menosprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? louvar-vos-ei? Nisto, certamente, não vos louvo.
II Coríntios 8:18 E, com ele, enviamos o irmão cujo louvor no evangelho está espalhado por todas as igrejas.
II Coríntios 9:3 Contudo, enviei os irmãos, para que o nosso louvor a vosso respeito, neste particular, não se desminta, a fim de que, como venho dizendo, estivésseis preparados,
Deus Louvando Seu Povo – 4 passagens
Salmos 148:14 Ele exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, povo que lhe é chegado. Aleluia!
Sofonias 3:20 Naquele tempo, eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o SENHOR.
Romanos 2:29 Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus.
I Coríntios 4:5 Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.
Autoridade Louvando o Povo – 1 passagem
Romanos 13:3 Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela,
Louvor a Si Próprio – 2 passagens
II Coríntios 10:12 Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez.
II Coríntios 10:18 Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e sim aquele a quem o Senhor louva.
Reivindicação de Louvor de Um Ser Humano – 1 passagem
II Coríntios 12:11 Tenho-me tornado insensato; a isto me constrangestes. Eu devia ter sido louvado por vós; porquanto em nada fui inferior a esses tais apóstolos, ainda que nada sou.
Louvor a Coisas – 1 passagem
Filipenses 4:8 Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
Natureza Louvando a Deus – 4 passagens
Salmos 65:13 Os campos se vestem de rebanhos, e os vales se cobrem de trigo; eles se regozijam e cantam.
Salmos 69:34 Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo quanto neles se move.
Salmos 98:8 Os rios batam as palmas; regozijem-se também as montanhas,
Isaías 44:23 Cantai alegres, vós, ó céus, porque o SENHOR o fez; exultai vós, as partes mais baixas da terra; vós, montes, retumbai com júbilo; também vós, bosques, e todas as suas árvores; porque o SENHOR remiu a Jacó, e glorificou-se em Israel.
Louvor do ser humano a Deus – 215 passagens
Das 249 passagens analisadas, 215 referem-se ao louvor do ser humano a Deus. Por ser um número tão grande, não estão transcritas aqui. Aqui estão apenas uns exemplos delas: Gn. 29:35; Ex.15:2; Lv 19:24; 22:29; Dt. 8:10; 10:21; 26:19; 32:43; Js. 7:19; Jz. 16:24; II Sm. 22:4; 22:50; I Cr. 16:4; 16:25; 16:35; 16:36; 16:41; 23:5; 23:30; 25:3; 29:10; etc.
Há ainda, na Bíblia, citações de verdadeiros louvores diretos que um ser dirige a outro, onde não se encontra a palavra louvor ou qualquer variação morfológica da mesma. O maior exemplo disto é o livro de Cantares de Salomão. O livro é um composto de louvores trocados mutuamente entre dois cônjuges em forma de cânticos, falas e ações.
Lições que Tiramos do Uso que a Bíblia faz das Palavras “Louvor” e “Adoração”
O louvor, se direcionado de forma correta, pode ser dirigido de vários seres, para vários seres. O pensamento de que, se estamos louvando outro ser que não é o nosso Deus, estamos pecando, não coaduna com o uso que a Bíblia muitas vezes faz da palavra louvor. Um ser humano pode louvar um animal, e ainda assim, continuar não desonrando ao Senhor, uma vez que Este seja mais exaltado que aquele, no “trono do coração”.
Nosso principal louvor deve ser dirigido a Deus. Note que, das 245 palavras (ou variações) “louvor” analisadas, 215 vezes o louvor referido era dirigido do humano ao divino. Como Senhor do nosso viver, Ele deve receber o nosso mais alto e prioritário louvor.
O nosso louvor a Deus pode acontecer de forma indireta. Ao afirmar ser possível louvar outros seres diferentes de Deus, mas que o mais alto louvor deve ser para Ele, parece ser levantada uma contradição. Mas ao louvarmos diretamente a outros seres, se Deus estiver sendo honrado, Ele pode estar sendo, indiretamente, louvado. Por exemplo: quando uma esposa declara uma poesia que elogia seu esposo, ela está louvando-o, mas por esta ser uma ação que agrada a Deus, através dela, Ele também está sendo louvado. Tudo que mostra, aponta, ou faz lembrar de Deus como Supremo, verbalmente ou não, está louvando-O. A própria Bíblia é um louvor a Deus, enquanto louva outras coisas, também. A natureza, sem cantar nem falar, louva a Deus. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos (Sl 19:1).
Levando em consideração que o louvor pode existir nas formas direta e indireta, em tudo o que fazemos, deve caber o louvor a Deus, ainda que indireto.Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (ICo 10:31).
Toda música que uso, deve permitir que eu, direta ou indiretamente, louve a Deus. Talvez a canção nem mencione o nome de Deus. Pode ser, por exemplo, o louvor a um aniversariante. Analise: Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Este é um louvor que fazemos a alguém que está completando anos. Ao fazê-lo, não estamos desonrando a Deus. Ele também se alegra nisto. Esta é uma “outra coisa” feita “para a glória de Deus”. Aí está uma canção que louva a Deus somente da forma indireta.
Mas lembre-se do sentido da palavra adoração: prestar culto. Isto sim, se faz somente a Deus. Há músicas que, embora louvem a Deus, não servem para a adoração a Deus, por serem louvores indiretos a Ele. Logo, existem canções que, embora sadias, não são recomendáveis para serem usadas na igreja. Talvez a música até mencione Deus, mas não é musica de culto. São músicas que, embora O louvem, não O adoram.
Diante de tanta diferença de gostos e formações culturais geradas pela tranculturação interna dentro da nossa sociedade brasileira, nossos músicos precisam ter uma flexibilidade e um bom senso muito grandes para produzir músicas que se adequem a diferentes contextos de adoração. Como este leque é bem extenso, poderá ter pontos incompatíveis; poderá haver músicas que sirvam para adoração em um contexto, e em outro não. Fazer música é uma forma, na linguagem paulina, de profetizar. Portanto, siga o conselho de Paulo em relação à profecias, aplicando-os à musicalidade da sua comunidade cristã: “julgai todas as coisas, retende o que é bom” (1Ts 5:51).
Ao selecionar as músicas para serem usadas na igreja, analise o contexto e as pessoas que participarão, executando-as e ouvindo-as. Se a música levar a maior parte (a todos, neste mundo imperfeito, nunca será possível) das pessoas a Jesus, num espírito de adoração e louvor, sem ruído de comunicação, ela é adequada; caso contrário, deve ser substituída (mas tal substituição não quer dizer que em outro contexto a música não seja adequada), a despeito dos gostos particulares. Porque cabe também aos que lidam com a música na igreja, a ter a humildade suficiente que um mensageiro de Deus precisa ter, de submeter a escolha de cada música para contexto, não segundo os seus caprichos (sejam eles tradicionais, conservadores, contemporâneos ou modernos), mas segundo o que melhor aprouver para a membresia presente no tempo e local de cada contexto. Bem aventurados os flexíveis, pois não se quebrarão.
A música na igreja deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo. Também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos (Is 56:7). Ao submetermos um cântico dentro do recinto sagrado, devemos analisar se ele serve de instrumento de prestação de culto, de adoração. Se a música não puder conduzir os adoradores à veneração ao sagrado, provavelmente não será apropriada para uso nos Átrios do Senhor. Mas isto não quer dizer que, se a música não serve para ser usada na igreja, então ela é pecaminosa. Pode ser uma música apenas de louvor, mas não de adoração, mais adequada para ser curtida no carro, no quarto, no banheiro, no cooper, no entretenimento gospel, no trabalho, etc.
Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor. A música na igreja (louvor + adoração) deve ser o “preguinho na parede” que segura o “quadro Jesus”.
Com apreço,
Pastor Valdeci Jr.
Hollywood ajuda a propagar o último engano
Há muito tempo, o inimigo de Deus, o anjo caído conhecido como Satanás, vem semeando o engano neste planeta. Começou no Éden, afirmando que o ser humano poderia ser como Deus e que, mesmo que se rebelasse, como ele, Lúcifer, fez no Céu, não colheria o resultado desse afastamento do plano do Criador (Gn 3:4, 5). Mas as consequências da rebelião podem ser vistas em cada canto deste planeta e logo Deus dará um basta a tudo isso.
De lá para cá, a mentira básica – “certamente não morrereis” e “sereis como Deus” – apenas se sofisticou, adaptando-se às diversas mentalidades, amoldando-se aos padrões de épocas sucessivas, encaixando-se na maneira de pensar dos seres humanos ao longo dos séculos.
Para os mais politizados e distanciados de Deus, inspirou doutrinas políticas utópicas segundo as quais o homem (ou “super-homem”, como queriam) resolveria os problemas da humanidade por via revolucionária. Frustração.
Para os mais espiritualizados, alimentou a crença de que, independentemente do que seja feito com as poucas décadas que temos de existência, a vida continua no “além”. Afinal, a alma não é imortal? Vai-se para o Céu imediatamente, ou se reencarna, ou, na pior das hipóteses, acaba-se no inferno. Mas não há morte definitiva. Pior: para os crentes no “inferno eterno” em que “almas eternas” ardem sem ser destruídas, num tipo de milagre macabro de manutenção da vida – sim, porque só Deus tem vida em Si mesmo e a concede às criaturas –, Deus é apresentado como o maior tirano do Universo, capaz de sentenciar alguém à danação eterna por pecados cometidos no curto intervalo de uma vida. Das duas uma (e em ambas o inimigo sai ganhando): ou a pessoa fica do lado de Deus por medo ou se afasta completamente dEle, por considerá-Lo injusto ou irreal.
Bem, há também aqueles que aparentemente nada têm que ver com doutrinas políticas ou crenças espirituais, mas inconscientemente sofrem do mesmo "otimismo ateu". Para esses, o ser humano está destinado a evoluir e, se as condições planetárias permitirem, se aprimorar mais e mais.
“Sereis como Deus” (social, espiritual ou fisicamente) é a mentira básica. E há muita gente inocente, boa e sincera sendo envolvida por essa onda contagiante que hoje conta com o poderoso marketing das superproduções de Hollywood, capazes de “pregar” para as massas com uma eficácia capaz de causar inveja ao maior dos pregadores.
Um dos mais recentes filmes que se encaixa perfeitamente nessa descrição tem como título "Presságio" ("Knowing", em inglês), com o famoso astro Nicolas Cage. A produção faz parte da nova onda de “filmes apocalípticos” que têm invadido as salas de cinema e os lares em todo o mundo.
Agora note os paralelos de "Presságio" com outros equívocos doutrinários disseminados pelo inimigo com o mesmo e velho propósito de ofuscar a verdade:
1. No filme, crianças começam a ouvir “línguas estranhas” e passam a agir como “profetas”, prenunciando tragédias em número crescente.
2. O pai de uma dessas crianças, cético e cientista do MIT, descobre uma profecia numérica cifrada e escrita 50 anos antes por outra criança. Quando a decifra, ele começa a crer em tudo, como uma espécie de novo convertido.
3. Sobre as pessoas que morrem antes da realização da última profecia, é dito que “ficarão bem”.
4. O personagem de Cage descobre que uma tempestade solar incinerará a Terra e procura salvar o filho.
5. Finalmente, descobre-se que os homens misteriosos que estavam enviando as mensagens aos “profetas” e que davam pistas para salvar essas pessoas, são, na verdade, extraterrestres.
6. No momento da ascensão para a nave claramente inspirada no mecanismo de rodas mencionado pelo profeta Ezequiel (Ez 1:15-18), os “anjos” extraterrestres até exibem asas de luz.
7. Os escolhidos – as pessoas que eram capazes de ouvir a “língua estranha” – são arrebatados em naves espaciais. Os demais são deixados para trás.
8. Enquanto bilhões de seres humanos são queimados pelas labaredas solares, uma parte da humanidade aterrissa num planeta idílico e corre com roupas brancas em direção a uma... árvore cintilante! (Ap 22:1, 2).
Sei que você vai dizer que já viu esse filme antes. Não é déjà vu. Se conhece alguma coisa da Bíblia e a crença de grande parte dos evangélicos (especialmente pentecostais), você já viu/ouviu, sim, algo parecido. A diferença é que, no filme, Deus é excluído, as causas da destruição pelo fogo são “naturais” não associadas à volta de Jesus, e a “salvação” vem dos ETs e não do Criador. O resto está tudo lá, como numa paródia ateia dos livros da série “Deixados Para Trás”: arrebatamento, profecias, catástrofes e multidões deixadas para trás enquanto alguns vão para a “glória”.
O que se nota é que as opções vão se afunilando engenhosamente orquestradas pela mente astuta daquele que as originou e agora as alinhava. Arrebatamento sem volta de Jesus, aquecimento do Sol como fenômeno natural, salvamento feito por extraterrestres, vida eterna sem o Doador da vida. Chega o tempo em que tanto faz se você crê ou não. Ou será “salvo” da destruição por extraterrestres ou cairá no último engano de Lúcifer: a simulação da vinda de Jesus. A menos que perceba que tudo isso não se trata de teorias conspiratórias e que são coincidências demais para serem apenas isso, coincidências.
Mesmo os ditos céticos (como o astrofísico do filme) não estão imunes ao engano. Quando surgir em algum lugar uma nave espacial com seres luminosos, que pensarão aqueles que dizem ter "mente científica"? Dirão, mais uma vez, que contra fatos não há argumentos? Se Carl Sagan estivesse vivo, seria o primeiro a saudar os visitantes de "outro mundo", nesse contato imediato.
Note que a Bíblia é bem clara: Jesus voltará visivelmente (Ap 1:7), como Ele mesmo prometeu em João 14:1-3 e em centenas de outros textos; não pisará na Terra novamente e levará (arrebatará) para o Céu aqueles que estiverem vivos por ocasião de Sua vinda (1Ts 4:17), ressuscitará os mortos que aceitaram o oferecimento da salvação (1Ts 4:16) para que se unam ao grupo dos vivos e subam juntos ao Céu. Aí, sim, começará de fato a vida eterna. Nada se fala de inferno eterno, alma imortal ou reencarnação (clique também aqui para ver o que a Bíblia fala sobre isso).
O inimigo sabe que pouco tempo lhe resta, por isso está intensificando sua campanha de marketing mentirosa.
De que lado você quer estar: com aqueles que acreditam em propaganda enganosa ou com os que seguem a Verdade, custe o que custar?
MICHELSON BORGES
O que é devocional?
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Sexo Antes do Casamento: Prejuízos Para o Rapaz e para a Moça
Aqui estão alguns dos principais prejuízos que uma moça sofre ao entregar-se a intimidades sexuais antes do casamento:
1. Em praticamente todas as culturas, os rapazes gabam-se de suas conquistas sexuais, enquanto as garotas geralmente sofrem a perda do respeito próprio e sentem ansiedade e culpa. A sociedade está tentando mudar esse conceito, mas ainda não o mudou completamente.
2. A moça se desqualifica para o casamento. Ainda hoje, os rapazes consideram a virgindade como característica importante na garota com quem pretendem casar. Em 1970, Bell publicou um trabalho afirmando como o rapaz, em geral, quer que a garota com a qual vai casar-se seja de boa reputação, “uma boa moça”, sendo capaz de redefini-la como “má” se o relacionamento com ela envolver sexo.
3. O escândalo social e o vexame quando há gravidez. Isso tem ocorrido com certa freqüência. Os pais ficam envergonhados, a Igreja procura disciplinar o casal envolvido. Observa-se um mal-estar muito grande e a própria gestação agitada e tensa compromete a saúde e o bem estar da criança.
4. O relacionamento da moça com o rapaz é afetado mesmo depois do casamento. Muitos maridos acabam questionando a fidelidade e sinceridade da esposa, usando como argumento, pretexto e razão para duvidar dela, o fato de ela ter permitido certas intimidades sexuais antes do casamento. O relacionamento entre os dois pode ficar afetado, tenso, ou pelo menos empobrecido, devido às intimidades sexuais antes do casamento.
5. A castidade é algo importante para o auto conceito, o auto respeito e a saúde mental de toda moça.
A sociedade ocidental tem tradicionalmente exaltado as aventuras sexuais dos rapazes antes do casamento. Nas escolas públicas e nos ambientes seculares isso parece ser até motivo de orgulho. Os indivíduos contam suas ações como se fosse louvável o que estão fazendo.
Numa sociedade “machista” como a nossa, parece que o homem tem todas as vantagens e a mulher todos os prejuízo de um relacionamento sexual pré-matrimonial. Na verdade não é bem assim. Os resultados e malefícios de se entregarem a intimidades sexuais antes do casamento são ainda piores, mais sérios e devastadores sobre os rapazes que sobre as moças. Engana-se quem pensa o contrário.
Prejuízos para o rapaz:
1. Intimidades sexuais antes do casamento desenvolvem no rapaz uma atitude de exploração, auto centrismo e egoísmo, gerando desrespeito pela felicidade e o bem-estar das pessoas do sexo oposto, desde que seus desejos sejam satisfeitos.
2. Seu relacionamento futuro com a esposa é afetado. Torna-se dominador e desconfiado.
3. Ninguém pode explorar os outros e submetê-los a sofrimentos sem afetar sua própria integridade e saúde mental.
4. O moço que usa de suas habilidades para destruir a resistência moral de uma garota está desenvolvendo um padrão de atitudes e valores que o prejudicarão em todas as suas relações sociais com todos os seres humanos. Ele se tornará manipulador.
O indivíduo que leva uma moça a intimidades sexuais, depois a abandona, escolhe outra, leva-a a intimidades físicas, abandona-a, e finalmente se casa com um terceira, quarta ou quinta namorada, tem um problema de estrutura moral. Seu caráter está mal formado. No contexto cristão isso é pecado. Pode ser curado e restaurado pela graça de Deus, como qualquer pecado; mas há problemas e marcas permanecem.
O indivíduo que se torna manipulador passa a ver as pessoas do sexo oposto como objeto a ser utilizado para satisfação de seus apetites egoístas, em vez de uma pessoa sensível, com sonhos e temores, uma pessoa capaz de sorrir e alegrar-se ou de sofrer e sentir dor.
Grande parte dos homens volúveis, e até mesmo alguns que se dizem cristãos, sofrem a tentação de verem todas as pessoas do sexo oposto como objetos sexuais. É lastimável. É um defeito de personalidade sobre o qual é necessário muito trabalho.
Por essa e por outras razões, os efeitos das intimidades físicas precoces são ainda mais marcantes e mais violentos para o rapaz do que para a moça.
PR. JOSÉ CARLOS EBLING





